Domingo, 18 de maio de 2008  

Filiada a:


Conselho Nacional
de Praticagem


International Maritime
Pilot's Association

Área restrita
Login
Senha
 


Webmail

Notícias 2007                                                                                          <<<

 

Melhoria da navegação fluvial

Durante o seminário sobre 'Regulação do Transporte Aquaviário na Amazônia', realizado em Belém (PA), o diretor da Antaq, Murillo Barbosa, defendeu o melhor aproveitamento do transporte fluvial no país e lembrou que todas as regiões brasileiras têm saídas hidroviárias para o litoral, sobretudo o centro-norte, onde se registra o maior crescimento da produção agrícola. Para ele, o país precisa transferir cargas para as hidrovias, aumentando a segurança e reduzindo o custo de transporte.

"O Brasil transporta cerca de 20% da soja que produz por meio dos rios, enquanto os Estados Unidos transportam mais de 60% de sua soja no modal hidroviário. Se optarmos pelas hidrovias, podemos reduzir em quatro mil quilômetros o percurso da soja, que hoje segue em caminhões para os portos do centro-sul. Além da economia, também teremos um ganho extraordinário em qualidade do meio ambiente, pois já está claro que o transporte fluvial é o que menos causa impactos ambientais", disse.

O seminário marcou a comemoração do primeiro ano da Unidade Administrativa Regional da entidade em Belém. Segundo o chefe da UARB, Hamilton Picanço, nesse primeiro ano a unidade fiscalizou quatro portos públicos, 23 terminais de uso privativo, 60 empresas de navegação e seis empresas de apoio portuário e dragagem.

"Com essas ações do nosso Plano Anual de Fiscalização, a unidade reuniu informações relevantes para um diagnóstico do transporte aquaviário nos estados do Pará e Amapá”, afirmou Hamilton Picanço. Para ele, o transporte fluvial na Amazônia “ainda carece de um tratamento condizente com a importância que tem para a sociedade e a economia da região.

O seminário contou ainda com palestras dos três superintendentes técnicos da ANTAQ, Celso Quintanilha (Portos), Ana Maria Canellas (Navegação Marítima e de Apoio) e José Alex Oliva (Navegação Interior), além do especialista em regulação, Sérgio Seabra. No encerramento do evento foi realizado um debate onde a maior preocupação foi a segurança das embarcações, sobretudo de passageiros.

Alex Oliva anunciou que a Antaq está elaborando uma norma específica para o transporte fluvial de passageiros. Disse que a norma será discutida em audiência pública e um dos temas a ser debatido poderá ser o anseio da população em ver aumentado o número de assentos gratuítos. Hoje a lei prevê dois assentos para idosos ou portadores de necessidades especiais, mas alguns representantes dos usuários entendem que é preciso aumentar proporcionalmente essa quantidade nas embarcações em relação aos ônibus.

Crédito: Divulgação

 

 

Av. Governador José Malcher, 815 – Edifício Palladium Center, Cobertura A - CEP: 66055-901 - Nazaré - Belém - Pará – Brasil
Todos os direitos reservados. ©2000 by Unipilot.com